Mas não podemos culpar os professores, que ganham uma miséria para realizar uma das tarefas mais nobres na sociedade.
O problema todo é que o método educacional não foi criado para desenvolver a criatividade e sim para formar empregados, engrenagens do sistema, "bricks in the wall", como diria Pink Floyd.
Nesse vídeo imperdível, Ken Robinson demonstra, com ótimo humor, como as escolas matam a criatividade:
4 Comentários:
Eu concordo com ele. E contigo. Cada vez que avanço mais na educação formal, mais eu sinto que ela tolhe a criatividade natural e que deveria haver uma maneira de conciliar conhecimento teórico com paixão pela descoberta.
Por isso a importância de achar válvulas de escape para que essa capacidade de ver o mundo com seus próprios olhos e sentidos seja preservada para não repetirmos a mesmice de sempre.
Beijos
Eu concordo plenamente A escola é um instrumento de poder,até na estrutura organizacional Ela se compara aos antigos feudos que retratavam o sistema dos reinados.Ela serve de instrumento de domínio daí o descaso com a educação e os professores Métodos existem e programas existem mas as escolas não tem estrutura para mantê-los,Especialmente as escolas públicas.Elas não tem salas adptadas ,não tem laboratórios e carecem até de professores Este é o sonho de todo o educador,desenvolver a criatividade,amparar as iniciativas dos alunos e ser um favilitador das aprendizagens Isto é uma utopia,pelo menos por enquanto,no Brasil Muito bom o comentário precisamos sempre alertar alertar e alertar o quanto a educação é importante para o desenvolvimento integral do aluno
Olá, meu caro !
Nem sempre as escolas matam a criatividade, acho que depende muito dos professores. Eu lembro de professores que até hoje me inspiram e que são exemplos.
Bom, eu que já fui professor ...sou meio suspeito..rs rs..mas, sempre procurei estimular os alunos ao debate...á criatividade...com bons resultados !
Abraços,
Marcelo
Muito bom o cara. E o pior é que se a criança não se encaixa, logo vem um diagnóstico...DDA, Hiperatividade, etc.
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